No meio gay alguns sobrenomes são substituídos por centímetros.
Nada como iniciar uma relação com um futuro ex para animar nossas vidas.
No meio gay alguns sobrenomes são substituídos por centímetros.
Nada como iniciar uma relação com um futuro ex para animar nossas vidas.





“Essa época do ano é ótima para encontrar homem dando sopa (debaixo do viaduto), pegue sua canequinha ou fundo de garrafa pet e vá a luta!”
“Na minha concepção X-Men é todo aquele que não liga no dia seguinte!”
“As melhores pessoas com quem eu me relacionei geralmente queria ver pelas costas, principalmente as que possuíam uma bunda bonita!”

“O bom de não cair de balada pesada é poder trocar uma noite inteira de ilusões por um dia todo de possibilidades!”

“ Se me perguntam quem é minha mãe eu respondo: Mae West!”


“Antigamente eu não podia ouvir falar de sexo, pegava o primeiro que via pela frente para praticar, com o tempo eu comecei a deixar o segundo e o terceiro participarem todos de uma vez!”

NO BANHEIRO DA BOATE
BARBIE FINA: (nada diz e nem olha para os lados)
BARBIE COMUM: Você viu o bofe que estava do meu lado?
BARBIE VULGAR: Deixa eu tirar a colocação de dentro da cueca!
BARBIE DEPRAVADA: - Alguém tem Padê, Key, GHB ou quer dar “umazinha" no reservado?
APÓS UM JANTAR
BARBIE FINA: O jantar estava divino, parabéns.
BARBIE COMUM: Queria comer mais, porém não posso abusar dos carboidratos
BARBIE VULGAR: To cheio!
BARBIE DEPRAVADA: Depois de tanta comida, minha “chuca” venceu com certeza.
NO CHURRASCO
BARBIE FINA: Está ótima essa lingüiça.
BARBIE COMUM: Muito boa essa lingüiça.
BARBIE VULGAR: Noooosa que lingüiça grande!…Arrazou!
BARBIE DEPRAVADA: Tô metendo a boca na lingüiça do churrasqueiro (gargalhada).
VENDO UM AMIGO CHUPANDO SORVETE
BARBIE FINA: Posso experimentar!?
BARBIE COMUM: Me dê um pedaço!?
BARBIE VULGAR: Posso dar uma chupada, no sorvete?
BARBIE DEPRAVADA: Deixa eu chupar? Não vou morder, garanto. (gargalhada)
COMO SE VESTEM
BARBIE FINA: acordo com o evento.
BARBIE COMUM: sempre da mesma forma, jeans, camiseta baby look e tênis em todos os eventos.
BARBIE VULGAR: Calça justíssima cintura baixa, regatinha curta mostrando o elástico da cueca de grife.
BARBIE DEPRAVADA: Já entra sem camisa no evento perguntando onde fica a chapelaria.
BEBIDAS
BARBIE FINA: Prosecco, uísque e vinho, dependendo da ocasião.
BARBIE COMUM: Água com Esctasy.
BARBIE VULGAR: Catuaba, Vinho Chapinha, Pinga, Água com GHB e Esctasy
BARBIE DEPRAVADA: Todas as anteriores mais creolina Jacaré, formicida Tatu e álcool Zulú.
PROCURANDO UM AMIGO QUE SE CHAMA PEDRO NUMA BALADA
BARBIE FINA: Você viu o Pedro?
BARBIE COMUM: Cadê o Pedro?
BARBIE VULGAR: Pedroooooooooooo!!!
BARBIE DEPRAVADA: Caralho, onde o viado do Pedro se meteu, cacete! Deve ta mamando um no Dark Room!
SAINDO DA MESA PARA IR AO BANHEIRO
BARBIE FINA: Me dêem licença vou ao toilette
BARBIE COMUM: Vou no banheiro já volto.
BARBIE VULGAR: Vou tirar água do joelho. (risos)
BARBIE DEPRAVADA: Vou fazer um download, soltar um barro, que a “Nena” tá gritando (gargalhada).
VENDO UM HOMEM INTERESSANTE
BARBIE FINA: Muito Simpático!
BARBIE COMUM: Que lindo!
BARBIE VULGAR: Que bofe escândalo!
BARBIE DEPRAVADA: Esse eu chupava até ficar do avesso!
O QUE DIZEM QUANTO UM BOFE LHE FALA ALGUMA GRACINHA
BARBIE FINA: (Ignora)
BARBIE COMUM: - Oi, é comigo?
BARBIE VULGAR: - Na minha ou na sua casa?
BARBIE DEPRAVADA: - Tem pauzão?
O QUE ROLA NO PRIMEIRO ENCONTRO
BARBIE FINA: só um beijo de despedida.
BARBIE COMUM: muitos beijos.
BARBIE VULGAR: beijos e carícias (AMASSO)
BARBIE DEPRAVADA: trepa e diz que isso é a primeira vez que acontece, pois realmente ele era especial.
OUVINDO JAZZ
BARBIE FINA: Liiindo!
BARBIE COMUM: Adoro qualquer tipo de música!
BARBIE VULGAR: Que porra de música é essa?
BARBIE DEPRAVADA: Tira essa merda aí, coloca um eletrônico, cacete!
DIANTE DE UMA BROCHADA DO PARCEIRO
BARBIE FINA: Meu amor, isso acontece. Fique tranqüilo.
BARBIE COMUM: O problema é comigo?
BARBIE VULGAR: Você já trepou hoje com algum viado da academia?
BARBIE DEPRAVADA: Caralho, vou chamar o Sergião assim ele mete a vara em nós dois!
ASSISTINDO UM BALLET
BARBIE FINA: Bravo!!!
BARBIE COMUM: Bacana!!!
BARBIE VULGAR: Perdi meu tempo, deixei de marcar umas pontas no MSN.
BARBIE DEPRAVADA: Que adianta aqueles bofes com aquelas malas enormes, são todas passivas!!!
PRIMEIRO CONTATO NO MSN
BARBIE FINA: Boa Noite!
BARBIE COMUM: Oieeeee!!!
BARBIE VULGAR: Fala delicia!
BARBIE DEPRAVADA: Peraê, vou ligar a webcam
REFERINDO-SE AO ORGÃO GENITAL DO PARCEIRO
BARBIE FINA: Pênis
BARBIE COMUM: Pinto
BARBIE VULGAR: Pau
BARBIE DEPRAVADA: Vara
DECLARAÇÃO DE AMOR
BARBIE FINA: Eu te amo!
BARBIE COMUM: Você é o cara!
BARBIE VULGAR: Você é meu homem!
BARBIE DEPRAVADA: Só consigo gozar no seu pau!

“Nobody is so Barbie as folk”. Ao pé da letra significaria “Ninguém é tão Barbie quanto nós”. Vejam que até este título faz jus ao sentimento de superioridade das Barbies. São únicas, inimitáveis, inimagináveis, porém, interpretáveis. Não é muito difícil traçar um paralelo, ou até mesmo identificar o comportamento destas figuras, no seriado americano “Queer as Folk” (inspirado num homônimo Britânico um pouco mais antigo), exibido no início dos anos 2000, que causou verdadeiro estardalhaço na TV. Algo completamente inovador, sem medos, sem pudores, nossa... coragem pura! Assim como as Barbies são.
Lembro-me ficar até altas horas da madrugada esperando a HBO exibir. Alíás, permitam-me um comentário: Quanta hipocrisia exibir um seriado às 2h da manhã. Que censura é essa?? 80 anos?? Barbie tem que descansar à noite, e boas horas de sono contribuem tanto quanto aquele pote de Whey Protein, a massa 3200 anticatabolic o BCAA, entre outras “substâncias” que não irei mencionar pra não soar como apologia ao uso das mesmas.
Os episódios inicias já desenhavam o que vinha pela frente. É claro que com uma vasta experiência de anos e anos convivendo com as mais variadas Barbies do mundo, não pude deixar de observar e comprovar alguns fatos. Um dos personagens, o Michael Novotny (êta nome de ator pornô tcheco!), é uma espécie de narrador do mundinho particular no primeiro episódio. Fala que “Um homem Hétero pensa em sexo a cada cinco minutos. Um gay a cada 5 segundos”. Garanto para todos vocês: Uma Barbie pensa a cada 2,5 segundos. Creiam nisso!
Elementos nítidos são facilmente perceptíveis. O Michael fala da “disposição” dos freqüentadores da baladinha “Babylon” (te lembra alguma outra balada em São Paulo??) um dos ambientes principais da trama, em ficar até altas horas da madrugada fervendo na pista, mesmo tendo compromissos no trabalho no dia seguinte, tudo na busca incessante pelo sexo, pela exibição do corpo, do material; seja ele relacionado aos bens materiais, como a calça Diesel, a camisa A&F, A|X entre outros, ou o “material” físico mesmo, que encontra-se no meio das pernas, se é que me entendem (olha o foco Cadu !!!).
E no decorrer dos episódios, você acaba achando uma coisa ou outra que faz lembrar a Barbie ao lado, como a adoração de um moleque de 17 anos pelos musculosos, o que faz as figurinhas se acharem (e se incharem) ainda mais, o ciúme do namorado da Barbie, essa que é capaz de deixá-lo em casa doente só pra queimar na pista da balada e “fazer o social” com os amigos. Além é claro, das paternais, que querem aquele rebento com a amiguinha sapata, e ainda jogam a responsabilidade pra elas. Como já diria o Bryan Kinney, ao ter o filhinho Gus, deixa bem claro que não irá criá-lo. “The dykes will”.....
Então agora, traçarei o perfil dos personagens adaptados ao mundo Barbie:
Bryan Kinney: É aquela Barbie que fica terno e gravata de segunda à sexta e no sábado vai ferver na balada. Não se dá bem com os pais e saiu de casa cedo. Isso ajuda a tomar algumas “injeções de ânimo” sem interferência dos coroas. Acha o amor vulnerável; pode até namorar mas não se apega. No primeiro desentendimento, arruma outro rapidinho. Parece ser frio, mas tem um grande amor pelos seus amigos.
Justin Taylor: Esse é um sofredor. Aquele frangote novinho que inventou de se meter no mundo Barbie só pra se dar mal. Até consegue namorar uma, mas se anula, se sacrifica em prol de uma relação em sua maioria das vezes unilateral, é novinho, saiu de casa pra viver com a Barbie e só se deu mal. Meus pêsames se você é assim.
Michael Novotny: É a Barbie boa praça. É legal, engraçado, tolerante, compreensivo, sempre disposto a ajudar aquele amigo que entrou em depressão pós-ciclo. Na casa dos 30 mas ainda é um sonhador. Sente ciúmes dos amigos, ama um deles até, mas não tem coragem de bater no peito e gritar isso alto. No seriado original, namora uma Barbie (Ben Bruckner) que possui o vírus do HIV e ainda se enche de bombas à base de testosterona e é altamente agressivo. Chega a apanhar. Apaixonado pelo Bryan. Na minha opinião, deveria reinventar sua vida.
Emmett Honeycutt: É aquela Barbie que “já chega chegando”. Muito extravagante, fã de óculos D&G, seu cabelo parece um poço de gel inesgotável, tinge os mesmos e ainda se dedica a vários “trabalhos”. Leia-se: filmes pornôs, stripper, massagens em domicílio, etc etc.... Não vou perder muito meu tempo comentando sobre ele. Tchau. NEXT!
Ted Schimidt: A pobre Barbie que vive na fossa. Faz os ciclos certinhos, se alimenta bem, segue uma dieta rigorosa mas sempre está de mal com o espelho. Olha os atores pornôs americanos e sente uma inveja de doer. Em um episódio, ele leva um fora de uma Barbie na balada, mas anos depois, com um corpitcho melhorado, vai lá e dá o troco. Bem feito!
Ben Bruckner: Já falei um pouco sobre ele no tópico do Michael. É bonito, maduro, mas sua situação atual o coloca em uma posição meio delicada. Acaba metendo os pés pelas mãos por causa disso. É uma boa pessoa, mas precisa rever alguns conceitos.
Vic Grassi: A Barbie que esqueceu que a única situação onde não se deve usar a camisa é na pista, e se trata da vestimenta superior, não da inferior. No seriado acaba morrendo por complicações da AIDS. Fica o lembrete: Camisinha sempre pessoal!!!
James Montgomery: Alguém já viu um casal de Barbies adotar um jovem adolescente, ex-prostituto, que contraiu o vírus HIV durante esta fase, e depois se apaixona por uma garota na escola? Eu não conheço. Então não terá seu espaço aqui.
Ao escrever esse post, percebo que o mundo gay, seja ele das Barbies, das posers, das ploc-plocs, etc, tem seus bons e seus ruins, seus altos e baixos, como qualquer outro mundo. Essa é a idéia que o seriado quer passar. Vivemos num mundinho comum,e cabe a nós discernir o que é adequado ou não. Definitivamente, nem só de homens cheios de bala na cabeça fervendo na balada a vida é feita. Existe muito mais pra se ver por aí.
Atualmente eu tenho o privilégio de compartilhar experiências com um ser maravilhosamente especial. Não falo de relacionamento, nem pegação, nada disso. É algo muito além. Alguém que me faz crer nas belas coisas da vida, no seu sentido real, nas coisas simples. Um ser humano como poucos, que tem os seus “porquês” assim como todos nós temos, mas que me deixa profundamente feliz com a sua presença! (Sim, é o dono deste blog, heheheh)
E fica a dica para vocês caros leitores:
“ O príncipe encantado, não virá montado num cavalo branco, usando um shortinho com a sigla TW bordada atrás.”
Pensem nisso!
Carlos Eduardo Corlet
Pessoas, antes de mostrar este texto , sim mostrar pois não é meu, o Blog agora esta com um colaborador o Kadu, cara além de inteligente é gato, acho que em breve até vou noticiar minhas bodas com o cara!