segunda-feira, 5 de julho de 2010

PREPÚSCULO - Pink Moon

Já vou avisando que o dia que escrever um livro ele não terá prefácio e sim prepúcio a se considerar o conteúdo, lógico que se for sucesso as versões para Israel e colônia judaica sofrerão uma circuncisão, mas deixe-me voltar ao foco do “Post”.

Ontem fui assistir “Crepúsculo” se pudesse teria feito anotações durante a exibição da película, definitivamente Stephenie Meyer afastou nossos amigos vampiros das trevas para trazê-los para o lado mais “Shine” da vida, isso para não dizer “Rainbow”.

Barbie e vampiro têm tudo haver, aliás, também faria um paralelo que os Lobisomens e os “bears” variação peluda desses seres que nossa escritora tirou o estigma de criaturas exclusivamente noturnas. Assim como no filme continuaria existindo certa rivalidade no meio gay entre os seres lisinhos e musculosos e os nossos amigos largadões e dotados de muito pêlo.

Nossos vampiros são como as Barbies, sofisticados, visual transado, curtem design e andam em bons carros, por falar nisso, ficou bem claro que nosso vampiro Edward não quis acabar com a virgindade da Bella, tudo bem quem não entra numa vulva acaba entrando num Volvo. Já nossos amigos lobisomens praticam o desapego vivem em casas modestas não ostentam sofisticação, desfrutam a natureza comendo os viadinhos da floresta.

Falando em alimentação tem coisa mais “Vampibarbie” que se alimentar de sangue, justamente a Albumina é a proteína mais abundante no plasma humano, para quem adota o zero carbo a noite nada mais sugestivo que ser vampiro. Outra coisa, se quando nos tornamos vampiros isso nos transforma em “mortos-vivos” e viado já vira purpurina quando morre, existe coisa mais “purpurinada” que nosso Edward? Ele deixa qualquer peça da Swarovski no chinelo!!

Os Nosferatus nunca foram chegados em igreja, e cada vez mais no “mundinho” se troca a missa dominical pelo “After”, a fauna noturna do mundinho não tem mais medo de estacas, cravam as mesmas em outros lugares que não mata e dá prazer, a água é benta com outras coisinhas que os deixam doidinhos e os hinos recebem uma batida pra lá de tribal. Acho que a única coisa ruim para uma Barbie Vampirizada seria não conseguir se olhar no espelho ou sair em fotografias, já pensou ter que acreditar na opinião daquele amigo maldito? Tá Lindo!!!

Outra cena que me deixou passado foi quando Jacob e Edward estão numa tenda nas montanhas enquanto Bella dormia nos braços do indígena “lobisómico”, ambos começaram um papinho sobre serem mais “chegados” se não fosse aquela presença feminina, com certeza renderia uma cena que deixaria a barraquinha “Brokeback mountain” cair no esquecimento.

True blood esta na mesma toada, já contávamos com a pintosa Lafayette , agora recebe sugestivamente 24 novos personagens, o reforço do lado gay conta com um casal, onde um deles tem um humor muito parecido com o meu só não tenho os atributos culinários do personagem, sem falar no Joe Manganiello fazendo o papel Lobisomem Alcide. Gente esse deixa o Jacob parecer um filhote de chiuaua!!!

Realmente a temática “vampirítica” exerce um fascínio sobre nós reles mortais, afinal conservar a juventude, curtir a noite desmedidamente e passar o resto de sua existência chupando é algo que deixa qualquer gay suspirando.

2 comentários:

wyndson disse...

Eheh... Ricco... adoro seu humor cara... abs forte

Gaia disse...

Está de parabéns com certeza, tudo o que escreve tem sempre uma pitada de humor e sinceridade indescritivel! Sem falar do titulo do Blog que chama bastante atenção e nos faz querer lê-lo.